sexta-feira, 13 de maio de 2011

Assessoria de Imprensa: A arte de Comunicar


Conta à história que a assessoria de imprensa surgiu aos poucos quando em 1772, quatro anos antes da proclamação da independência dos Estados Unidos, um grupo de revolucionários comandado por George Washington, preocupado com a divulgação de informações oficiais, contratou o escritor e editor Samuel Adams para desenvolver um trabalho que mesclasse elementos da comunicação.
            Alguns anos depois em 1829, dava início á Assessoria de Imprensa Governamental com Amos Kendall, durante o governo de Andrew Jackson, que organizou um setor bem estruturado de imprensa e Relações Públicas; O The Globe, considerado por muitos como o primeiro house-orgn.
As primeiras publicações empresariais surgiram na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos no século XIX. Os efeitos sobre a opinião pública consolidaram-se, a partir daí, começaram a aparecer jornalistas que se encarregavam de divulgar o que acontecia dentro das organizações. Outras áreas também adotariam a ideia, levando ao público fatos do mundo empresarial.
Mas quando se fala no pioneiro na criação da Assessoria de Imprensa e Comunicação, se fala de Yve Lee. O primeiro escritório de Assessoria de Imprensa e Relações Públicas do mundo surgiu em 1906, em Nova York pelo o jornalista norte-americano Yve Lee, ele conseguiu recuperar a imagem do odiado empresário americano John Rockfeller e conquistou, por direito e mérito na História moderna da Comunicação Social, o título de fundador da Relações Públicas, berço da Assessoria de Imprensa.
No Brasil a Assessoria de Imprensa teria surgido em 1909, quando o presidente Nilo Peçanha criou a Secção de Publicações e Biblioteca do Ministério da Agricultura, tendo como uma das principais finalidades distribuírem informações à imprensa sobre o setor, a partir de notícias e notas. Essa foi à primeira iniciativa com características assemelhadas à “Assessoria de Imprensa” no Brasil.
Durante o governo de Getúlio Vargas, foi criado em 1937 o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) por meio do decreto n° 3.371, em pleno estado novo, com finalidade de estabelecer serviço de atendimento à imprensa ligado ao Gabinete Civil. A ideia principal era divulgar os atos do Presidente e obras realizadas naquele período. O governo Vargas foi também o responsável pela criação do curso superior de Jornalismo, em plena ditadura. 
Após a II Guerra Mundial e a eleição de Juscelino Kubitschek, com investimento das grandes multinacionais, surgiram às práticas de assessoria de imprensa, que foram sendo adotadas aos poucos por empresas nacionais e pela administração pública. A partir de 1970, entidades, empresas e empresários descobriram que o assessor de imprensa era figura importante e necessária. Desde então, a atividade vem se profissionalizando e ganhando outra dimensão de trabalho.
E para entender um pouco como age, o que faz e o dia-a-dia de um assessor conversei com Demétrio Andrade, Coordenador de Comunicação da Prefeitura de Fortaleza e Professor de Jornalismo na Faculdade Integrada do Ceará - FIC, 42 anos, casado, pai de três filhos. É formado em Jornalismo pela a Universidade Federal do Ceará - UFC e Mestrado em Sociologia pela a UFC. Desde 1991 trabalha com Assessoria de Imprensa, de diversas organizações como de sindicatos, associações, assessoria parlamentar e ONGs. E como professor atua desde 1995.


 
Segundo o Sindicato dos Jornalistas no Ceará 60% dos jornalistas trabalham em algum tipo de assessoria, e para Demétrio Andrade essa demanda aumentou por conta do grande potencial de mercado. A economia cresceu os serviços públicos também, além de tudo hoje Fortaleza a Capital do Ceará é a quarta maior segundo o último IBGE. E as instituições hoje enxergaram a necessidade de uma assessoria para trabalhar melhor a comunicação da empresa.
            Para Demétrio um bom profissional de assessoria tem que ser paciente e tranquilo, entender de comunicação em suas diversas áreas. No rádio, televisão, marketing. Saber quem é seu público alvo, como receber a imprensa, e jamais mentir sempre dá a melhor resposta possível, manter a calma, ser firme e avaliar o que responder. Ele ainda dá uma dica de quatro princípios básicos, 1 Um assessor tem que circular muito bem, mantendo seus contatos antigos e procurar fazer novos contatos. 2 Ser discreto, quem deve aparecer é seu assessorado não você. 3 Não brigar com ninguém 4 O interesse em comum do assessor e do assessorado é a informação.
E quando se fala de crise na assessoria ele classifica em três: 1 Crise com o cliente, é quando o assessor e o assessorado não estão se entendendo por algum motivo, e nessa hora a conversa sempre é a melhor atitude. 2 Crise com a Mídia, quando sai noticias tendenciosas sobre algo que teria acontecido com alguma instituição e a mídia tenta criar uma crise sobre a situação. 3 Crise da População, essa seria a pior crise, pois aqui a população tem o poder maior de cobrar soluções para o seu problema.
            Demétrio Andrade também da sua opinião sobre redes sociais, principalmente a ferramenta twitter. Ele considera o twitter um instrumento essencial para o assessor, que deve saber como, onde e quando usar. Ele acredita que daqui algum tempo quem irá da continuidade ao twitter na rede são os jornalistas, por sua forma prática e ágil de ser usada ao favor da informação.


sábado, 16 de abril de 2011

Sabia que o beijo pode transmitir doenças?!


Para quem acha que o beija - beija é só uma brincadeira inocente sem maiores consequências, saiba que através da saliva você pode pegar uma doença que nem sabia que existia.

Mal estar, dor de cabeça, febre e dor de garganta? Esses sintomas nem sempre significa uma simples virose, ainda mais se você teve o aumento dos linfonodos do pescoço (ínguas) e nas axilas, inchaço no baço e fadiga. Isso significa que você pode estar com Mononucleose, a “Doença do Beijo” causa pelo o vírus Epstein-Barr (EBV) da família Herpsviridae. Os sintomas se manifesta entre trinta e cinquenta dias após o contato, ou seja, se você beijou muito e com frequência, saiba que o beija-beija tem suas consequências. 
Como o diagnóstico é difícil por ter sintomas parecidos com outras doenças, o melhor é procurar logo um médico e fazer exames sanguíneos necessários. Nos piores casos pode haver a ruptura do baço, mas não é motivo de preocupações, já que isso é raro de acontecer. A faixa etária mais propicia a adquirir a “doença do beijo” está entre os jovens de 15 á 25 anos, porém, a maioria a desconhece. A estudante de enfermagem Rafaelle Dantas, 22, confessa que não sabia da existência da Mononucleose antes de entrar na faculdade.
Uma enquete feita com 50 alunos da Estácio Fic de diversos cursos, de idade média dos 20 a 25 anos, comprovou que nenhum das pessoas que responderam a enquete conhecia a “doença do beijo”. O tratamento da Mononucleose é simples, é feito com antibióticos e repouso, e depois de uma vez adquirida á doença, você estará imune a ela, não ira pega-la novamente.
 
 A Mononucleose não é a única doença a ser transmitida pelo o beijo, pouca gente sabe, mas a Sífilis também poder ser transmitida pela a saliva. Em 08 de fevereiro de 2011, o Ministério da Saúde divulgou no Portal da Saúde (portal.saude.gov.br) que a Sífilis ainda é um grande problema de saúde publica.  Segundo o Ministério da Saúde (MS), são estimadas cerca de 937 mil infecções novas por ano na população sexualmente ativa.
            A Sífilis só é transmitida pelo o beijo na segunda faixa do estágio, onde a pessoa contaminada apresenta ferimentos na boca, porém nem sempre esses ferimentos podem estar visíveis, ou seja, na parte externa dos lábios, por isso fica mais difícil identificar as pessoas contaminadas. Os sintomas da sífilis são: irritação indolor na garganta, de manchas semelhantes ás de picadas de mosquitos nas mãos e os pés. O tratamento da sífilis é feito com injeção intramuscular de penicilina em dose única, caso a pessoa tenha adquirido a doença em menos de um ano, ao contrario será necessária mais dosagem, que depende de paciente para paciente. O tratamento matará a bactéria e prevenirá de danos futuros, porém não vai reparar os danos causados pela a doença. 
Herpes Simples surge com uma pequena coceira em alguma região próxima a boca, logo em seguida aparecem algumas pequenas bolhas. O rompimento dessas bolhas libera um liquido cheio de vírus, e essa é a fase mais perigosa, porque quem tiver o contato com a pessoa contaminada se torna mais fácil o contágio, e uma vez contaminada o vírus estará sempre presente no corpo de quem possui. Assim como a mononucleose o tratamento é feito com antibióticos. 

 Mas pra quem não se preveniu e pegou algumas dessas doenças, a boa notícia é que, todas tem tratamento e o Estado do Ceará possuí um hospital que é referência em doenças infecciosas. O Hospital São José que é integrado a rede SUS – Sistema Único de Saúde e vinculado á Secretária da Saúde do Estado do Ceará.
Há 41 anos que o Hospital São José trabalha com a missão de prestar assistência qualificada e humanizada, e apoiar o ensino e a pesquisa em doenças infecciosas. Tem como objetivo ser um centro de excelência no diagnóstico, tratamento, ensino, pesquisa e prevenção de doenças infecciosas.
Sua equipe de profissional conta com 700 servidores, sete leitos de UTI, serviço de internação em enfermaria, serviço ambulatorial para AIDS, Tuberculose, Ginecologia, Hepatite e Leishmaniose; Programa de Internamento Domiciliar Programa de atendimento Domiciliar - PI; laboratório, assistência social e outros serviços. Para conhecer melhor o trabalho realizado pelo o Hospital São José acesse o site: www.hsj.ce.gov.br.     O hospital ainda conta com a Sociedade Cearense de Infectologia - SCI, é uma associação civil, federada da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). No site da SCI www.sci.org.br, você encontra diversos serviços, entre eles informações dos principais serviços de infectologista do Estado do Ceará, e uma lista dos hospitais que você pode procurar assistência médica.